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Assinado por Oscar Niemeyer, o projeto arquitetônico da Cidade Administrativa representa um dos marcos mais importantes na história arquitetônica e urbanística de Belo Horizonte. São cinco edificações principais – Palácio Tiradentes, dois prédios de secretarias de Estado (Edifícios Minas e Gerais), Centro de Convivência e Auditório Presidente Juscelino Kubitschek– além de unidades de apoio para equipamentos, estacionamentos e dois lagos que somam 804 mil metros quadrados de área total e mais de 265 mil metros quadrados de área construída. 

O projeto arquitetônico valoriza conceitos como funcionalidade e desenvolvimento sustentável. Os edifícios têm sistemas inteligentes para economizar recursos. A energia elétrica e o ar-condicionado, por exemplo, são controlados por um sistema central que evita que ambientes desocupados sejam refrigerados ou recebam iluminação desnecessariamente.

O esgotamento sanitário a vácuo possibilita uma redução de 85% do consumo de água em relação à descarga convencional. O projeto também possibilitou a revitalização de espaços que se encontram degradados atualmente e a recuperação da vegetação.

Por tudo isso, a Cidade Administrativa é mais um cartão-postal da capital mineira, ao lado de outras obras de Niemeyer, como o Conjunto Arquitetônico da Lagoa da Pampulha, a Biblioteca Pública Estadual Professor Luiz de Bessa e o Edifício Niemeyer, sendo estes dois últimos localizados na Praça da Liberdade.

Saiba porque foi criada a Cidade Administrativa de Minas Gerais, clique aqui.


Fonte: Governo do Estado de Minas Gerais