| Fundação | 20 de outubro de 1798 |
| Gentílico | paracatuense |
| Prefeito | |
| Localização | |
| Localização no estado |
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| Unidade Federativa |
Minas Gerais |
| Mesorregião | Noroeste de Minas Gerais |
| Divisas com municípios |
Guarda-Mor, Vazante, João Pinheiro e Unaí |
| Distância até a capital |
483 KM |
| Características Geográficas | |
| Área |
8.232,233 km² |
| População |
83.560 hab. est. IBGE/2009 [2] |
| Densidade |
10,3 hab./km² |
| Altitude |
688 m |
| Clima |
|
| Fuso horário |
UTC-3 |
| Indicadores | |
| IDH |
0,76 médio PNUD/2000 [3] |
| PIB |
R$ 754.090 mil IBGE/2005 [4] |
| PIB per capita |
R$ 9.084,00 IBGE/2005 [4] |
Hidrografia
O principal rio de Paracatu é o rio que dá nome ao município e que pertence à bacia do São Francisco. A região é relativamente seca, tendo sido necessário, para incentivar a agropecuária na região, a construção de imensos canais de irrigação para a instalação de pivôs centrais (projeto conhecido como Entre Ribeiros). Também há o Rio São Marcos, divisor interestadual com o município goiano de Cristalina.
Vegetação
Predomina em Paracatu a vegetação típica do cerrado, com matas de galeria à beira de rios.
Economia
Destaca-se em Paracatu a produção agropecuária (principalmente a produção de soja, milho e feijão e a criação extensiva de gado nelore) e a extração de minérios, principalmente o ouro (no Morro do Ouro), o que é feito pela empresa RPM, controlada atualmente pela multinacional Kinross.
É conhecida como a Terra da Gabiroba, tendo em vista a enorme quantidade dessa fruta no cerrado, principalmente na beira das rodovias.







